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PORTINARI POPULAR

Diferentemente de seu acervo mais conhecido, como os retratos da elite brasileira, “Portinari Popular” apresenta obras raramente expostas, de figuras e narrativas populares de Portinari. Lavradores de café, lavadeiras nas favelas do Rio, retirantes que Portinari encontrou nos arredores de Brodowski (onde nasceu), negros, mulatos, mestiços, índios; o único retrato de um brasileiro que não foi um marginalizado na exposição é o de Mario de Andrade, figura essencial no estudo e na valorização da cultura popular (e por isso está ali no meio dos populares) e também um grande amigo de Portinari.

 

Diferentemente de seu acervo mais conhecido, como os retratos da elite brasileira, “Portinari Popular” apresenta obras raramente expostas, de figuras e narrativas populares de Portinari. Lavradores de café, lavadeiras nas favelas do Rio, retirantes que Portinari encontrou nos arredores de Brodowski (onde nasceu), negros, mulatos, mestiços, índios; o único retrato de um brasileiro que não foi um marginalizado na exposição é o de Mario de Andrade, figura essencial no estudo e na valorização da cultura popular (e por isso está ali no meio dos populares) e também um grande amigo de Portinari.

 

Segundo palavras de Mário de Andrade, apenas dois pintores de sua época “contavam mesmo” no panorama da cultura brasileira: Lasar Segall e o paulista Candido Portinari.

 

Filho de imigrantes italianos que trabalhavam na colheita de café, Portinari foi muito engajado com a questão das desigualdades sociais. Na exposição, encontramos um sensível panorama das figuras que compunham a miséria de sua época (1903-1962), mas também temos a infância popular brasileira, as brincadeiras de rua em Brodowski, o circo, o baile na roça, a boneca de cerâmica Carajá (o último quadro que Portinari pintou, este que morreu por consequência da intoxicação com as tintas!).

 

Mas um ponto fundamental de “Portinari Popular” é a expografia. Baseada na concepção original de Lina Bo Bardi para a exposição “Cem Obras Primas de Portinari”, que aconteceu no Masp em 1970, os cavaletes de madeira são uma obra-prima à parte das obras expostas.

 

No vídeo, conversamos com o responsável pela expografia do museu, o arquiteto Martin Corullon, do escritório METRO Arquitetos Associados, que reconstruiu a expografia de Bo Bardi, não só na exposição de Portinari mas em todo o acervo do Masp.  Algo que se você ainda não viu, precisa ir ver.

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