Comunidades Imaginadas: 21ª Bienal de Arte Contemporânea

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Comunidades Imaginadas: 21ª Bienal de Arte Contemporânea

Após mais de 35 anos de história, o Sesc_Videobrasil torna-se agora Bienal.

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PERCORRER TEMPOS E VER AS MESMAS COISAS
André Griffo | óleo sobre tela, 2017

As imagens presentes no trabalho fazem parte de pesquisa iconográfica realizada por André Griffo acerca dos períodos colonial e imperial brasileiros em fotografias, pinturas, desenhos e registros arquitetônicos. Os personagens dessas imagens – o patriarca, a esposa, os filhos, os escravos, o filho bastardo, os representantes da igreja e os políticos – são referências para narrativas que, além de expor a estrutura social do Brasil no passado, iluminam as desigualdades sociais do presente e testemunham a imutabilidade do estado de coisas no país. A obra é parte da série de título homônimo.

I AM THE HUNTER, I AM THE PREY
Sadik Alfraji | vídeo, 2017

Artista visual, trabalha com desenho, pintura, animação e videoinstalação. Seu trabalho foi apresentado em exposições no Mathaf: Museu Árabe de Arte Moderna (Qatar), Barjeel Art Foundation, em Sharjah (Emirados Árabes Unidos), Maraya Art Center, Sharjah (Emirados Árabes Unidos), British Museum (Londres), no pavilhão do Iraque da 57ª Bienal de Veneza e no Museu Mori (Tóquio, Japão), entre outros.

I CALL YOU NANCY
Tang Kwok-Hin | vídeo e colagem, 2012 – 2017

Tendo como ponto de partida a decisão tomada por sua mãe de interromper uma gravidez, Tang cria uma irmã imaginária e entrelaça memórias para criar uma vida para a menina que nunca conheceu. A partir de um álbum de fotografias e de pesquisas na internet, o vídeo costura um vislumbre ou um conjunto de reminiscências da irmã querida, misteriosa, desconhecida que hoje teria 25 anos.

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