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Big Jato

A adaptação do primeiro romance de Xico Sá, BIG JATO, está nos cinemas. “Um auto biografia delirante, adulterada pela falta de memória”, pelas palavras do próprio Xico Sá. Com uma interpretação (mais uma) impressionate de Matheus Nastergale, e um argumento tão humano de Xico, sobre seu passado e o passado que fica preso em cada um (esta uma licença poética aqui do Amarello), Big Jato é um filme lírico e muito legal.

+ sobre isso: Grande vencedor do festival de Brasília, com cinco troféus Candango, Big Jato é o quarto filme do diretor Cláudio Assis, todos em parceria com Matheus Nastergale (Amarelo Manga, 2003, Baixio das bestas, 2007, Febre do Rato, 2011 e Big Jato, 2016). No ano passado, no Festival de Brasília, o diretor foi vaiado no dia da exibição, com gritos de “machista” por parte da palteia (um protesto contra comentários de Claudio Assis em um debate sobre “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, no Recife. No fim da projeção, porém, Big Jato foi aplaudido de pé.

Assista ao trailer aqui.

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